O grupo está solidário com o povo iraniano “entalado entre a repressão e os bombardeamentos” e apoia as iniciativas para tirar Portugal desta guerra.
Solidários com o povo iraniano “entalado entre a repressão e os bombardeamentos”, os Judeus pela Paz e Justiça condenam o regime teocrático e apoiam a luta dos iranianos pela democracia, mas avisam que “a ingerência imperialista e sionista só lhe trará uma nova dominação, repressão e sofrimento”.
“Israel e os EUA não instigaram esta guerra para ajudar o povo iraniano a conquistar a sua liberdade. A história tem demonstrado que intervenções violentas deste tipo são instigadas para servir os interesses dos perpetradores. Não trazem paz e liberdade, mas sim devastação, fragmentação, conflitos étnicos e ruína económica”, apontam os Judeus pela Paz e Justiça.
O objetivo desta guerra, prosseguem, é o de “lançar caos na região e impor a dominação de Israel e dos EUA”, à semelhança “do projecto imperialista de transformação de Gaza numa colónia limpa de palestinianos e de anexação por Israel do que permanece da Palestina com a acelerada apropriação da Cisjordânia e de Jerusalém”. Nos dois casos, “Netanyahu e Trump procuram descaradamente desviar a atenção das suas populações dos escândalos de corrupção flagrante, da degradação das condições de vida e da democracia”.
Os Judeus pela Paz e Justiça congratulam-se com. aposição do governo espanhol de não participação na guerra e protestam contra a autorização dada pelo governo português para utilizar a base das Lajes e a cumplicidade da UE e dos países europeus com esta guerra. Por fim, apelam à assinatura de petições públicas contra a participação de Portugal na guerra e apoiam os protestos públicos de solidariedade com o povo iraniano e contra a participação portuguesa na guerra.
[Foto MPPM - fonte: www.esquerda.net]

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